Buscar

Ser sustentável é não poluir rios e oceanos com microplásticos.



No último ano o “novo normal” fez com que o mundo todo retomasse iniciativas de cuidado e o assunto sustentabilidade segue como forte tendência na vida de todos.

Cuidar da saúde, do meio ambiente, dar prioridade para o natural têm sido assuntos em voga. E reconsiderando o cuidado com o meio ambiente, gostaria de trazer a grande questão da preservação dos animais marinhos.


O plástico provoca ferimentos nos animais marinhos que se entrelaçam nas peças maiores e confundem-no, aos pedaços mais pequenos, com comida. A ingestão de partículas de plástico pode impedi-los de digerir os alimentos normais e originar poluentes químicos tóxicos nos seus organismos.


O plástico é uma das sete áreas consideradas cruciais pela Comissão Europeia para alcançar uma economia circular na UE até 2050. Para além da Estratégia Europeia para os Plásticos da Economia Circular que eliminaria progressivamente a utilização de microplásticos.(Retirado do site Plástico nos oceanos: os factos, os efeitos e as novas regras da UE | Atualidade | Parlamento Europeu (europa.eu). Acesso em 15/06/2021


Através da nanotecnologia, a Nanovetores desenvolveu um sistema de encapsulação de ingredientes ativos em nanopartículas lipídicas e biopoliméricas de origem natural, biocompatíveis e biodegradáveis, que agregam multifuncionalidade aos ingredientes ativos. Além disso, todo o processo de produção é pautado na química verde, sendo à base de água e livre de solventes orgânicos, totalmente sustentável, sem gerar resíduos que possam ser prejudiciais aos usuários ou ao meio ambiente.


"Greenchemistry”, ou química verde, é o termo mais utilizado atualmente para indicar um desenvolvimento autossustentável [1]. Os produtos e processos da Nanovetores seguem os seguintes aspectos:

a) uso de fontes renováveis e/ou naturais de matéria-prima;

b) aumento da eficiência de energia ou a utilização de menos energia para produzir a mesma ou maior quantidade de produto;

c) evitar o uso de substâncias biopersistentes, bioacumulativas e tóxicas (solventes orgânicos) para o indivíduo e o meio ambiente;

d) processo produtivo livre de solventes orgânicos; e

e) uso de água como veículo das formulações (formulações a base de água).


Os desenvolvimentos e tecnologias da Nanovetores seguem critérios essenciais para impulsionar a inovação dentro da indústria, afim de garantir produtos seguros, sustentáveis e de bom desempenho.


Nanopartículas Biocompatíveis e Biodegradáveis. As nanopartículas lipídicas possuem características que contribuem para o aumento da biocompatibilidade dos compostos, proteção de moléculas instáveis e melhoria da hidratação da pele, sendo adequadas à encapsulação de ingredientes cosméticos.


As partículas lipídicas sólidas, representam o conceito mais moderno de carreadores lipídicos e suas principais vantagens estão associadas a matriz lipídica composta por lipídios biocompatíveis;

  • proteção de substâncias sensíveis à degradação química;

  • controle de liberação dos ativos;

  • facilidade de escalonamento de produção;

  • baixo custo, e

  • uso de processos que não necessitam da utilização de solventes orgânicos [3].


Estas nanopartículas são formadas por uma matriz lipídica sólida à temperatura ambiente e corporal, que possibilita a proteção e o controle da libertação das substâncias encapsuladas. A temperatura de fusão da matriz lipídica sólida pode ser manipulada com a seleção de diferentes lípidos. Estes lípidos são semelhantes aos fisiológicos, portanto, são bem tolerados pelo organismo.


As nanopartículas lipídicas têm elevada biocompatibilidade e biodegradabilidade e diminuem ou eliminam o risco de toxicidade aguda e crônica. Adicionalmente, estas podem ser preparadas na ausência de solventes orgânicos, potencialmente tóxicos. Deste modo, o risco toxicológico inerente à sua aplicação cutânea é mínimo [4][5][6].


Já as nanopartículas biopoliméricas são feitas de polímeros naturais ou copolímeros produzidos a partir de matérias-primas de fontes renováveis. As fontes renováveis são assim conhecidas por possuírem um ciclo de vida mais curto quando comparado com fontes fósseis, como o petróleo, o qual leva milhares de anos para se degradar [7].


Vários autores utilizam o adjetivo de polímeros verdes para se referirem a polímeros que durante sua síntese, processamento ou degradação produzem menor impacto ambiental que os polímeros convencionais, e possuem as mesmas características dos polímeros sintéticos, porém sua síntese é feita a partir de matéria prima renovável [8].


Devido as suas características, os biopolímeros se enquadram bem no conceito de sustentabilidade. Segundo a Comissão Mundial do Meio-Ambiente e Desenvolvimento (World Commissionon Environmentand Development - WCED), um desenvolvimento sustentável é aquele que atende às necessidades do presente sem comprometer a capacidade das gerações futuras de atenderem as suas próprias necessidades [9][10].


Em contribuição ao meio ambiente a Nanovetores utiliza uma tecnologia inovadora e sustentável. Nossos produtos são limpos e verdes!


Conheça um pouco mais sobre nós!

Acesse nosso site: DIFERENCIAIS | Site (nanovetores.com.br)

Referências:


Site: Plástico nos oceanos: os factos, os efeitos e as novas regras da UE | Atualidade | Parlamento Europeu (europa.eu). Acesso em 15/06/2021

Texto retirado do Artigo: Sustentabilidade e biodegradabilidade: mimetizando a natureza para cuidar das pessoas e do Planeta. Pelas autoras: Dra. Betina Giehl Zanetti Ramos, Dra. Lara Martholly di Martos, Dra. Ledilege Cucco Porto e Jocelane Zoldan

1. LENARDÃO, E. J. et al. GreenChemistry: os 12 princípios da química verde e sua inserção nas atividades de ensino e pesquisa.Química Nova, [S.L.], v. 26, n. 1, p. 123-129, 21 jun. 2002.

2. LET’S TALK SCIENCE. Green Chemistry 101. 2019. Disponível em: https://letstalkscience.ca/educational-resources/stem-in-context/green-chemistry-101. Acesso em: 15 set. 2020.

3. SOUTO, E. B.; MÜLLER, R.H..Cosmetic features and applications of lipid nanoparticles (SLN, NLC). International Journal Of Cosmetic Science, [S.L.], n.30, p. 157-165, 21 jan. 2008.

4. MIHRANYAN, A.; FERRAZ, N.; STRØMME, M. Current status and future prospect sof nanotechnology incosmetics. Progress Materials Science. 57, p. 875–910, 2012.

5. VYAS S. et al. Solid lipid nanoparticles (SLNs) as a rising tool indrug delivery science: one step up in nanotechnology. Current Nano science. n.4, v.1, p. 30-44, 2008.

6. JANEIRO, A. I. Vectores Lipídicos para administração tópica de Corticosteróides. 85 f. TCC (Graduação) - Curso de Ciências Farmacêuticas, Universidade Fernando Pessoa, Porto, 2011. Disponível em: https://bdigital.ufp.pt/bitstream/10284/2814/3/T_14287.pdf. Acesso em: 17 ago. 2020.

7. PEREZ, F. S.; BERTAGNOLLI, S. M. M.; ALVES, M. P. A.; PENNA, N. G. Nanotecnologia: aplicações na área de alimentos. Disc. Scientia. Série: Ciências da Saúde, Santa Maria, v. 13, n. 1, p. 1-14, 2012.

8. PENSALAB. Polímeros sustentáveis. São Paulo, 26 de fevereiro de 2013. Disponível em: https://www.pensalab.com.br/Noticias/polimeros-sustentaveis.html. Acesso em 17 ago. 2020.

9. OMER, A.M. Energy, environment and sustainable development. Renewable and Sustainable Energy Reviews. v.12, n.9, 2008.

10. VARGAS C.M. Sustainable development education: Averting or mitigating cultural collision. International Journal of Educational Development, v.20, n.5, 2000.